O banco falhou na sua segurança?
Atuação especializada para Empresas e Pessoas Físicas que sofreram desvios financeiros.
Muitas vítimas acreditam que o prejuízo é irreversível porque ‘caíram’ em uma conversa enganosa. Porém, a Justiça entende que os bancos possuem ferramentas tecnológicas avançadas que deveriam detectar e bloquear movimentações suspeitas (fora do seu perfil de gastos, horários atípicos ou valores altos).
Se o sistema de segurança do banco não funcionou para impedir a fraude, a responsabilidade não é apenas do criminoso, mas também da instituição financeira. Isso se chama ‘Fortuito Interno’ (Súmula 479 do STJ): o risco do negócio é do banco, não do cliente.

A culpa não é sua. O sistema falhou.
Você confia seu dinheiro ao banco esperando segurança. Quando um golpe acontece — seja via Pix, ‘Mão Fantasma’ ou invasão de conta — muitas vezes houve uma falha no dever de vigilância da instituição.
O banco lucra com as transações e, por isso, deve assumir os riscos de falhas na segurança. Se houve uma transferência que fugiu totalmente do seu padrão habitual e o banco autorizou, ele pode ser obrigado a ressarcir o seu prejuízo e, em alguns casos, pagar danos morais.
O tempo é o maior inimigo da recuperação do seu dinheiro. Cada hora que passa diminui as chances de rastrear os valores e responsabilizar o banco. Não espere o prejuízo se tornar irreversível. Clique no botão do WhatsApp agora e fale diretamente com um especialista.



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